Acidente com o Weslley

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Weslley

Na madrugada de sábado, 22/11/03, saindo de um show na AABB-Arapiraca, Weslley (18), filho dos associados Edson/Betinha, sofreu um acidente de moto. Tinha bebido uma cervejinha e estava indo para casa. Vinha devagar quando foi atraído pelo chamado de um amigo. Ao olhar para o amigo, desequilibrou-se da moto e foi ao encontro de um carro (Fiat Uno) que vinha passando em sentido contrário. O motorista notou que ele ia bater e freou. Ambos frearam, mas houve a colisão. Se não tivesse havido o freio simultâneo, Weslley teria se acabado, disse Betinha. O motorista, demonstrando a sua responsabilidade, esteve na casa dos pais do garoto e confirmou o presságio. A pancada foi na cabeça e quebrou o pára-brisa do carro. A moto era da Betinha, uma cemzinha. Felizmente ele só teve um corte no queixo e na boca, e os pontos já estão largando. Na opinião da mãe, foi um verdadeiro milagre.

 Correria

No momento em que ocorreu o acidente, os colegas correram para socorrer o amigo. Levaram-no para o Hospital Regional e avisaram os pais. Esses saíram às pressas, acompanhados da Lívia, a filha mais velha, que tinha ido passar o fim-de-semana em Arapiraca. Eram 3 horas da madrugada. Ao chegarem ao hospital não havia nenhum neurologista. O médico-atendente orientou: “Aparentemente ele não tem nada. Levou apenas um corte na boca, mas como ele levou uma pancada na cabeça, eu recomendo levá-lo para Maceió, porque aqui não tem nenhum neurologista”. Betinha e Edson saíram às pressas para a Capital, em busca de assistência médica. Em Arapiraca os médicos não fizeram sequer os pontos. Em Maceió foram logo atendidos, e a recuperação do menino está sendo ótima. No entanto, ainda não fizeram a tomografia, exame indispensável para detectar se houve algo mais grave e tomar as providências cabíveis.

À família envolvida com o acidente, o desejo de pronta recuperação do querido Weslley. E que o fato sirva de advertência para evitar futuras situações parecidas. Aliás, moto é um instrumento muito perigoso. Se os fabricantes se preocupassem em publicar o número de mortes ocasionadas por motos, as vendas seriam um fracasso, apesar da grande utilidade desses veículos.

São os votos dos que fazem o FAM.

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