Falecimento Vovô Vigário – Márcio Rogério

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José Vieira Gois - Ilda

Falecimento Vovô Vigário, FAM no Batizado do Matheus

 

Falecimento Vovô José Vigário

 

Márcio, Ilda, Júnior, Cristina e o avô Zé Vigário

São situações que ainda não consigo administrar com muita maturidade. Um ente querido como avo não e muito fácil controlar a emoção  de perdê-lo, mesmo que este tenha alcançado, com boa saúde,  uma faixa etária alem da maioria dos idosos. O vovô tinha 93 anos e parecia que ia chegar fácil aos 100 anos. Para o leitor que não sabe, o vovô gostava muito de andar e tinha o habito de ir da sua casa para a igreja, a casa dos filhos, sobretudo do Ivan, bairro canafístula,  com muita serenidade e segurança. Transmita muita confiança. Ele se sentia tão bem que tomou a iniciativa de subir a escada para pintar o muro da sua casa e, infelizmente, sofreu uma queda que provocou a  fratura  de uma costela e conseqüentemente,  dificuldade de respiração e inchaço do coração.  Alguns dias depois, entendendo que a minha mãe teria maiores cuidados com Ele, os irmãos decidiram que vovô passaria alguns dias lá na casa do meu pai (casa que o próprio vovô foi mestre de obra)  buscando a sua  recuperação. Desta forma, mesmo estando com a saúde fragilizada, achei que superaria as conseqüências da queda. Na fase de recuperação, revivendo um pouco da minha infância, sobretudo no período que vivi na casa dele – era na Rua São Francisco, centro da cidade de Arapiraca. Aproveitando que estava de férias em Arapiraca, tomei  a iniciativa de reunir e registrar (filmar) ele com os filhos Ivan, Isaura, Irene, Vaninha e minha mãe. Nessa oportunidade, ele conheceu  o nosso  querido Matheus.

Batizado do Matheus /  Tio Jose Magalhaes

A crônica do tio José publicada no NF definitivamente nos comoveu de forma muito forte.  Para quem é pai, talvez tenha como dimensionar  melhor a grande emoção que foi o dia do batizado do Matheus. Nessa  ocasião, tivemos a oportunidade de  recordar o  momento do casamento por estarmos na mesma igreja onde eu e Albenise no casamos. No batizado, fomos  presenteados  com a  presença maciça dos irmãos Magalhães. (Merece um comentário a presença do tio José). Alguns dias atrás, havia recebido a noticia que o tio José estava com problema muito serio de saúde e que  deveria fazer  exames mais detalhados no Rio de Janeiro.  Esta informação me deixou profundamente sensibilizado. Caro leitor, se ponha na minha situação. Recentemente perdi o meu avô.  A presença maciça da família Magalhães no batizado do Matheus, inclusive dele, na igreja onde eu e Albenise nos casamos; a presença dos meus pais e da família da Albenise -tudo isso quase que simultâneo. Não foi nada fácil controlar a emoção.

 

 

Atenciosamente,

 

Marcio Magalhães

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