2015 – 6º Abel Magalhães – Ordem mundial

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6º livro

Ordem mundial

Henry Kissinger

Número de páginas: 402

Nunca houve uma verdadeira “ordem mundial”, observa Henry Kissinger, autor de Sobre a China. Por grande parte da história, as civilizações definiam seus próprios conceitos de ordem. Cada uma delas se via como o centro do mundo e considerava seus princípios como universalmente relevantes. Hoje, as relações internacionais se dão em uma base global, e os diferentes conceitos históricos sobre ordem mundial estão se encontrando. As regiões participam das questões de alta política umas das outras de forma quase instantânea. Contudo, não há consenso entre os maiores atores sobre as regras e os limites que guiam esse processo, ou sua direção principal. O resultado é uma crescente tensão.
Em Ordem mundial, Kissinger faz uma meditação profunda sobre as raízes da harmonia internacional e da desordem global. Escrito a partir da sua experiência enquanto um dos mais notáveis estadistas da era moderna – aconselhando presidentes norte-americanos, viajando pelo mundo, observando e moldando os eventos mais marcantes da política externa das últimas décadas – Kissinger finalmente faz sua análise do maior desafio do século XXI: construir uma ordem internacional partilhada num mundo de perspectivas históricas divergentes, conflitos violentos, proliferação tecnológica e extremismo ideológico.
Baseado em uma profunda pesquisa e na experiência de Kissinger como assessor de Segurança Nacional e Secretário de Estado, o livro guia o leitor através de episódios cruciais da recente história mundial. Provocativo e articulado, combinando percepções históricas com prognósticos geopolíticos, Ordem mundial é uma obra única.

No emaranhado dos inúmeros países que formam o mundo e exercem influências no aspecto positivo, destaques para os maiores competidores: Estados Unidos e China – comprometidos a não repetir a tragédia europeia, recorrendo a “um novo tipo de relação entre grandes potências”. A liderança americana tem se revelado indispensável, mesmo quando exercida de modo ambivalente. Em sentido oposto, destaques para o Oriente Médio, verdadeiro barril de pólvora – Iraque, Iran, Israel, etc.

Maceió, junho de 2015

Abel de Oliveira Magalhães

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