Ata da Assembléia-Geral Ordinária de 26.01.92

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Ata da Assembléia-Geral Ordinária de 26.01.92

Às 12 horas do dia 26 de janeiro do ano de 1992, na residência de Dona Olívia Nunes de Magalhães, situada na Rua Vereador Benício Alves de Oliveira, nº 328, Cacimbas, Arapiraca – Alagoas, reuniram-se em Assembléia-Geral Ordinária os componentes do Fundo de Assistência Mútua da Família Magalhães – FAM. Estavam presentes os associados Olívia Nunes de Magalhães, José de Oliveira Magalhães, Ivany de Oliveira Magalhães, Juracy Nunes de Magalhães, Miguel de Oliveira Magalhães, Edson Barbosa de Souza, Wigberto Leite Magalhães e o convidado, com direito a voz, Júlio Nunes de Magalhães. Dada a ausência do Secretário efetivo do FAM, serviu de Secretário “ad hoc” o associado José de Oliveira Magalhães. Abrindo a reunião, o Presidente, Cláudio de Oliveira Magalhães, solicitou ao tesoureiro, Miguel, que informasse a situação financeira da entidade. O tesoureiro comunicou que o saldo atual, referente ao dia 20/01/92, era de Cr$ 592.186,10 (quinhentos e noventa e dois mil cento e oitenta e seis cruzeiros e dez centavos). Em seguida, o Sr. Presidente propôs ao plenário que o FAM patrocinasse uma confraternização natalina e um congraçamento no mês de janeiro ou fevereiro, quando os que moram fora de Arapiraca estivessem aqui em passeio ou férias; e que ambos os eventos se realizassem na “Casa Grande”, ou seja, na residência de D. Olívia. Após discussão, a proposta foi aprovada, ficando acertado que o FAM contribuiria com uma importância correspondente a até 50 (cinqüenta) dólares para a confraternização natalina e a até 100 (cem) dólares para o congraçamento anual entre os membros e dependentes dos associados do FAM. Em seguida, o sócio Edson usou da palavra concitando que a entidade direcionasse prioritariamente suas preocupações ao atendimento a associados mais carentes, de acordo com o espírito que norteou a criação da entidade. Justificou a solicitação com o exemplo de um sócio que, premido pela necessidade de saldar um compromisso inadiável, foi obrigado a se desfazer de um bem patrimonial que lhe está fazendo muita falta. Em seguida, pediu a palavra D. Olívia propondo que, por ter o FAM como finalidade principal o atendimento aos mais carentes e que por isso não deveria ficar descapitalizado, aqueles que pudessem colaborassem com uma importância mensal de Cr$ 1.000,00 (hum mil cruzeiros) para fazer frente às despesas previstas para a confraternização natalina e o congraçamento anual entre os associados do FAM. Após ampla discussão, foi aprovada a proposta com o seguinte adendo: aqueles que pudessem deveriam contribuir com a importância mensal correspondente a dois, três, quatro ou cindo dólares. Assumiram publicamente o compromisso de contribuir com cindo dólares os sócios Cláudio – comprometendo-se também com a mesma contribuição do Fernando (ausente), a quem representava, e a falar com o Abel sobre o assunto – o Edson e o José; com dois dólares os sócios Antônio e Ivani. Não ficam impedidos de contribuir com a importância de Cr$ 1.000,00 (hum mil cruzeiros) proposta por D. Olívia aqueles que assim desejarem. A magna AGO aprovou o nome de Elizabete (Betinha) para tesoureira e responsável pela arrecadação desta contribuição específica. Em seguida, o associado Miguel propôs que fosse sorteado um prêmio entre os colaboradores dessa contribuição paralela desde que haja sobras após a realização dos dois eventos. A proposta foi aprovada, ficando definido que depois da arrecadação mensal a tesoureira repassaria ao tesoureiro do FAM para que fosse depositada a importância recolhida na mesma conta-poupança do FAM. Em seguida, o Presidente do FAM propôs que a anuidade e mensalidade do FAM fossem as mesmas do ano de 1991. A proposta foi aprovada, ficando estabelecido que a mensalidade será uma importância em cruzeiros correspondente a um dólar e que os que pretendessem contribuir com a anuidade até 15 de fevereiro de 1992 seria considerado o dólar a Cr$ 1.300,00 (hum mil e trezentos cruzeiros), ou seja, uma anuidade de Cr$ 15.600,00 (quinze mil e seiscentos cruzeiros). Em seguida o associado José propôs que o FAM patrocinasse o pagamento de uma foto oficial da família feita na casa do Cláudio no dia 18 de janeiro de 1992. A proposta foi aprovada, ficando assentado que o FAM pagaria 13 (treze) fotos. Em seguida, Cláudio de Oliveira Magalhães Júnior solicitou inclusão no quadro do FAM. A solicitação foi aprovada por unanimidade. Por fim, o Presidente pediu que todos os membros do FAM estimulassem seus dependentes maiores a se filiarem ao quadro social do FAM. E nada mais havendo a tratar, eu, José de Oliveira Magalhães,. Secretário “AD HOC” desta reunião, lavrei a presente que vai assinada por mim, pelo Presidente, pelo Tesoureiro e, facultativamente, pelos demais associados presentes à AGO.

JOSÉ DE OLIVEIRA MAGALHÃES – Secretário

CLÁUDIO DE OLIVEIRA MAGALHÃES – Presidente

MIGUEL DE OLIVEIRA MAGALHÃES – Tesoureiro

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