2013 – 16º Abel Magalhães – Eu sou Malala

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Eu sou Malala

A história da garota que defendeu o direito à educação e foi baleada pelo Talibã

 

Autores: Malala Yousafzai e Christina Lamb

 

  • Número de páginas:  307

 

Descrição do produto

“Quando o Talibã tomou controle do vale do Swat, uma menina levantou a voz. Malala Yousafzai recusou-se a permanecer em silêncio e lutou pelo seu direito à educação. Mas em 9 de outubro de 2012, uma terça-feira, ela quase pagou o preço com a vida.

Malala foi atingida na cabeça por um tiro à queima-roupa dentro do ônibus no qual voltava da escola. Poucos acreditaram que ela sobreviveria.

Mas a recuperação milagrosa de Malala a levou em uma viagem extraordinária de um vale remoto no norte do Paquistão para as salas das Nações Unidas em Nova York. Aos dezesseis anos, ela se tornou um símbolo global de protesto pacífico e a candidata mais jovem da história a receber o Prêmio Nobel da Paz.

Eu sou Malala é a história de uma família exilada pelo terrorismo global, da luta pelo direito à educação feminina e dos obstáculos à valorização da mulher em uma sociedade que valoriza filhos homens.

O livro acompanha a infância da garota no Paquistão, os primeiros anos de vida escolar, as asperezas da vida numa região marcada pela desigualdade social, as belezas do deserto e as trevas da vida sob o Talibã.

Escrito em parceria com a jornalista britânica Christina Lamb, este livro é uma janela para a singularidade poderosa de uma menina cheia de brio e talento, mas também para um universo religioso e cultural cheio de interdições e particularidades, muitas vezes incompreendido pelo Ocidente.

“Sentar numa cadeira, ler meus livros rodeada pelos meus amigos é um direito meu”, ela diz numa das últimas passagens do livro. A história de Malala renova a crença na capacidade de uma pessoa de inspirar e modificar o mundo” – resumo apresentado pelo site da Amazon.

O resumo acima diz tudo da grandiosidade que essa obra representa. Acrescentaria apenas que o exemplo documentado deve servir de motivação e incentivo a todos que lerem a obra, que está recheada de exemplos magníficos de uma criaturinha indefesa que, certamente, deve ter servido de instrumento de Deus para transmitir a grande lição. É, pois, um belo livro.

“Não quero ser lembrada como a “menina” que foi baleada pelo Talibã”, mas como a menina que lutou pela educação. Esta é a causa para a qual estou dedicando minha vida”.

“Que possamos pegar nossos livros e canetas. Eles são as nossas armas mais poderosas. Uma criança, um professor, um livro e uma caneta podem mudar o mundo”.

Discursando na ONU, Malala só ficou sabendo como o seu discurso foi recebido, quando a audiência aplaudiu de pé. “Minha mãe estava em lágrimas e meu pai disse que eu tinha me tornado a filha de todo mundo”.

 

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