Fernando – Flávia

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Flávia

Na edição 78, de janeiro, fizemos um registro da Flavinha, que tinha feito o vestibular e tinha sido aprovada na primeira fase. Na oportunidade, ela estava com 17 anos e nos dizia que estava muito bem mas se sentia um pouco nervosa. Faltava vencer o obstáculo maior: a segunda fase do vestibular. Disse que estava preparada. Tinha estudado muito, mas ia se dedicar ao máximo.

Hoje, 24 de fevereiro, ela está com 18 anos e aprovada no vestibular. Conversei com ela pelo telefone e ela era toda graça: voz carinhosa, jeito de garota vitoriosa. Uma sensação de bem-estar incrível. Disse ela: “Estou bem, estou bem feliz. Passei no vestibular. Depois da 1ª fase, fiquei uma semana livre e em seguida voltei a estudar com afinco. Foi uma semana meio estressante. Estudávamos o dia inteiro – eu e a minha prima Adriana. Mas houve um bom resultado. A 2ª fase foi no dia 24 de janeiro e só agora saiu o resultado. Eu estava preparada e por isso tinha esperança de ser bem-sucedida, porque a minha média estava alta. Fui bem na 1ª fase; me saí bem nas provas, e todo mundo ficava me dando apoio, me confortando, dizendo que eu ia passar, porque eles acreditavam em mim. Eu fiquei nervosa no dia para escutar o meu nome; fiquei em dúvida, pensando: ‘se não ouvir o meu nome, vou ficar muito mal’. É um momento horrível. Fui pra praça Sinimbu ouvir o resultado. Fiquei junto do trio elétrico, esperando ouvir o meu nome. Quando começou o meu curso, fechei os olhos. Fiquei muito nervosa. Estavam comigo a minha mãe, a Fernanda, a Lívia, e uns amigos. Quando saiu o meu nome eu gritei e todo mundo festejou. Fechei os olhos e quando os abri, estava dentro de um tonel cheio d’água. Foi um monte de gente me levando. Uma colega raspou a minha sobrancelha e foi aquela bagunça. Fiquei muito emocionada, chorando e a festa começou a rolar. Foi muito bom. Depois eu vim pra casa, e em seguida, fui pra o meu colégio, o Contato, festejar com os meus amigos,; todo mundo dando parabéns etc. A minha mãe ficou super alegre. Ela se emocionou e ficou super orgulhosa. A minha irmã, também. O meu pai não estava aqui. Eu falei com ele ao telefone. Ele também ficou muito emocionado. Ele vem nesse fim-de-semana.

Na outra oportunidade, Flavinha disse que estava apaixonada. Voltamos ao assunto e ela disse: “Passou. Agora estou normal. Estou livre para voar. É nova vida, nova rotina, novos amigos e uma nova batalha” – finalizou.

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