Lurdinha – SANTO ANDRÉ

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SANTO ANDRÉ

Atendendo a convocação do INSS, fui para São Paulo no dia 03 de abril , próximo passado, juntamente com uma colega de trabalho, com a missão de conceder aposentadorias.

Lá chegando, fomos para Santo André, uma cidade muito simpática do ABC paulista. Alugamos uma casa relativamente boa e literalmente fria, não muito distante da Agência da Previdência Social. Eu e minha colega aproveitávamos para ir caminhando para o trabalho uma vez que o clima favorecia.

Logo que chegamos em São Paulo, enfrentamos algumas frentes frias com temperatura abaixo de 10º. Depois, o frio deu uma trégua. Tinha que andar superagasalhada chegando a dormir com até três/quatro roupas e cobertores grossos. Nas últimas semanas equilibrou um pouco e ficou em torno de 15º. A casa não tinha aquecedor e era refratária à temperatura ambiente. Ficava no pé de um morro e era um frio do cão.

Quanto ao trabalho em si, confesso que passei por uma prova de fogo. Durante meus 23 anos de INSS, nunca tinha visto processos tão complicados como aqueles. A clientela de lá são industriários, metalúrgicos da Volks, GM, Ford, etc. com tempo de serviço insalubre, dependendo da função que exerce, com agente nocivo ou não, cujo tempo de serviço deverá

ser enquadrado como especial ou não. No início, a gente se sente um pouco insegura, pelo fato de estar num ambiente estranho, mas depois tudo fica mais fácil e tudo saiu a contento.

Nos finais de semana, eu e minha colega pegávamos o metrô que, diga-se de passagem, não deixa nada a desejar do metrô de Londres e Paris, íamos pra capital a 40 minutos de Santo André, até a Praça da Sé ou a Estação da Luz. Certa vez, fomos até a estação Masp-Trianon, na Av. Paulista. A estação é do lado do MASP, cujo monumento eu fiz questão de

conhecer. Achei maravilhosa a Av. Paulista, que a gente ver muito pela televisão. Parece que foi um sonho ver aqueles prédios do Banco do Brasil, Itaú, Safra e outros. Tem coisas incríveis ali, como, por exemplo, chineses fazendo yakissoba ao vivo. Ah! Também fui ao Ibirapuera ver uma exposição da cultura da China, que foi objeto de notícias na mídia. Fiz

algumas compras na R. José Paulino, na Galeria Pajé, atravessei a Av. São Joao (tema de música) e outras mais. Gostaria de ter aproveitado mais e conhecer mais lugares, mas a pessoa que foi comigo também era meio desanimada e a gente tinha medo de se aventurar, porque São Paulo tem fama de muito violenta.

Valeu a experiência. Apesar da saudade de casa e dos familiares, tem horas que dá vontade de chorar, mas tudo na vida serve como crescimento pessoal e profissional.

Quero agradecer ä minha família pela compreensão e carinho demonstrados na minha chegada, no aeroporto e um agradecimento especial a Ana Machulis, Suely e Williams que também foram me recepcionar em plena meia noite, hora da chegada do dia 26 de junho,

cujo vôo atrasou até 01:30.

Lourdinha

 

Wirley informa que o presidente do MOCE    vai se apresentar na próxima reunião. Vai inaugurar a tribuna do FAM e vai dar um curso de oratória.

 

São João – Ivonete disse que o São João foi legal. Miguel gostou tanto que se embebedou; ficou feito criança. Se deitava, se sentava no chão e ficava dizendo: “Cunhada, eu gosto de você; não-sei-o-que”. Chega ficou leve.

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