Cantinho da Magal – Mulheres especiais

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Mulheres especiais

 

Mesmo que eu tentasse, não conseguiria deixar de contribuir para o NF pelo vínculo construído entre nós e pelo sentimento de responsabilidade que tenho com o editor do jornal.

Sorte minha, neste mês, o jornal atrasou por motivos extras (provas na faculdade, do editor), dando-me condições de contribuir, depois do tempo previsto, para remeter meu artigo.

Assim, o tema que vou expor agora ficou mais fácil de desenvolver.

Minha vida está extremamente corrida, acredito que a de todos também. Minha faculdade apertou ainda mais pelo fato do término do semestre. Entretanto, minha missão está sendo cumprida com sucesso. E estou feliz por isso.

Cresci com as aulas de filosofia e economia, passando a entender o porquê das pessoas agirem atualmente, através do sistema econômico. Elas são obrigadas a seguir e respeitar as regras, porque precisam sobreviver. Nas aulas de Direito Romano vi a grande influência romanística em nosso sistema judiciário e como tudo foi constituído em sua época, verdadeiras aulas de cultura e conhecimento que, só aqueles que realmente estudam, detectam a importância delas para o futuro.

Passei por momentos difíceis, nos meses de outubro e novembro, com as cirurgias de meu irmão Júnior e minha mãe. Confesso que tive medo de perdê-los, mas graças a Deus tudo terminou bem, apesar de o meu irmão precisar repetir a cirurgia, que será nos próximos dias.

No dia da cirurgia de minha mãe, estava em Maceió, a trabalho. Por acaso, passei pela Santa Casa e o carro em que estava teve que parar, demorando um pouco para voltar a Arapiraca. Meu coração mandava ir vê-la. Fiquei inquieta e agitada, preocupada, quando não agüentei mais e fui, deixando a possibilidade de não poder voltar para Arapiraca. Logo que entrei no quarto do hospital, minha mãe tinha acabado de chegar da sala de cirurgia. Fiquei pasmada com sua situação. Não podia voltar, de forma alguma, para Arapiraca e deixá-la naquela situação, muito menos deixar o meu pai sozinho, sem saber o que fazer. Ajudei a cuidar dela juntamente com meu pai, apesar de precisar, de madrugada, de auxílio, pois tive queda de pressão e fui desmaiando. Meu pai não sabia se me ajudava ou ajudava minha mãe que estava vomitando. Na hora foi terrível, um desespero. Depois, foi motivo de muitas risadas. Minha mãe agora está ótima e mais bonita. Espero tê-la por muitos anos comigo.

Em meu artigo deste mês, quero – além de minha mãe – homenagear duas mulheres especiais, minha irmã Sandra e minha cunhada, prima e comadre Eliane; falar da importância delas para seus respectivos companheiros.

No último final de semana, na chácara Lilibel, houve a confraternização com todos os funcionários da Mister Áudio e suas respectivas famílias. Foi um fim de semana especial onde Raniery deu a maior assistência, deixando de ir a uma cavalgada em função do evento, assando carne, deleitando-se com a paisagem feminina e bebendo também, é claro!

Durante esse tempo, analisei o comportamento de Eliane e comprovei o quanto minha cunhada é importante para meu irmão. Toda organização ficou por conta dela: a dormida, o café da manhã, o almoço, as brincadeiras dedicadas às crianças, o amigo secreto, tudo ficou sob sua coordenação e nós apenas para assessorá-la, chamando a atenção também para minha secretária Márcia, sempre sorridente, que deu assistência a ela com muito prazer (sem a Márcia, tudo ficaria mais difícil).

Espero que meu irmão tenha gostado de nossa assistência e que as falhas sejam compreendidas para na próxima, não repeti-las.

A respeito de minha irmã, estou preocupada com tantos compromissos e empenho à  candidatura do marido para a prefeitura de Craíbas. Ela está empolgadíssima e confiante de que tudo dará certo, e diz que seu trabalho é mister para o sucesso que almeja.

Sandra é uma mulher muito corajosa, atrevida, batalhadora e incansável. Parece até não ser minha irmã. Não sei a quem puxou. Na verdade, ela se destaca por sua simpatia e coragem. Sua luta me impressiona e ao mesmo tempo me preocupa, pois não suportaria vê-la sofrer. Percebo que não mede esforços para ajudar ao marido. Isso, para ele, é fundamental neste momento. Entretanto, temo o futuro, mas torço por seu sucesso e felicidade juntamente com sua família.

A essas mulheres, jovens maravilhosas, o meu verdadeiro sentimento de amor e que jamais se esqueçam de si mesmas nem de suas profissões. Batalhem juntamente com eles em busca de suas independências.

 

Um grande beijo, Magal.

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