Ecos do Rio – Notas

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Realimentação

Registros do número anterior do NF que merecem um comentário especial:

 

Périplo do Marcus

   As fotos mexeram profundamente comigo. Primeiro, pela satisfação de rever o sorriso puro e meigo da Thamiris, o semblante de observadora descontraída da Marina, a fisionomia de paz e tranqüilidade da Elanir e a demonstração de segurança e perfeita sintonia com a família que nos passa o Marcus. Em segundo lugar, pelo privilégio de poder contemplar fotos deles feitas na Grécia, berço da cultura ocidental, país que sonho um dia conhecer de perto. Confesso que fiquei morrendo de inveja.

 

Roberto Marinho do FAM

Fantástica a presença de espírito do Miguel interrompendo a fala do secretário em reunião do FAM com uma feliz observação: “O que Roberto Marinho significou para o Globo, Abel Magalhães representa para o Notícias do FAM”.

Parabéns pelo lampejo criativo. Faço minhas suas palavras, Miguel.

 

Cantinho da Magal

Seu estilo, Magal, cada vez mais sóbrio, simples, claro e objetivo, provoca o prazer de ler o que você escreve. É bem visível o seu crescimento na arte de expressar sentimentos através da palavra escrita, com notável amadurecimento intelectual. A própria analogia do homem de Virtù de Maquiavel com o seu cotidiano comprova a teoria do célebre escritor, pensador político e dramaturgo italiano, uma das mais brilhantes figuras do Renascimento europeu (1469-1527).

Do seu cantinho particular, sereno e sagrado, continue produzindo material para o seu Cantinho público no NF, que tanto nos agrada e nos satisfaz.

Um abraço e um beijo do tio Zé.

 

Formatura do Magno

“A felicidade do filho não é maior que a dos pais”, confessa de público o pai do formando, comprovação inequívoca de que, de fato, todo pai se projeta no sucesso do filho.

Em seu depoimento, o Magno explicou algumas razões por que decidira cursar Administração. Pragmático e objetivo, revelou: “Uni o útil ao agradável. Do amigo fiz o cliente”. Começou a usar a teoria absorvida na sala de aula, aplicando-a com os próprios colegas.

Comovente foi a referência aos pais, verdadeiros Mecenas em sua trajetória vitoriosa: “… eu me senti bem (na cerimônia de colação de grau) porque estava realizando o sonho dos meus pais. O apoio recebido foi maior que o dever cumprido”. Reconhecimento e humildade, Magno, são princípios que sinalizam o sucesso.

Mas o pai está sempre preocupado com todo o seu rebanho e sofre quando um ou outro filho parece “não despertar para a riqueza que está a seu alcance e deixa o tempo passar”. Resta-nos insistir que os filhos se conscientizem de que “somos livres para escolher nossas ações, mas prisioneiros de suas conseqüências”.

Receba, Magno, meus cumprimentos sinceros pela vitória sofrida, mas merecida.

Meus parabéns, Abel e Ivonete, pela com quista do filho. O diploma dele registrará para a eternidade o nome de vocês.

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