Três mil dias no bunker

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Três mil dias no bunker
Autor: Guilherme Fiuza
“No final do século XX, no vácuo da derrubada de um presidente, um grupo de amigos assumiu o poder no Brasil e fez quase tudo o que quis. Três mil dias no bunker narra essa aventura como uma micro câmera, revelando os bastidores das mudanças mais ruidosas e das mais silenciosas, que mexeram com a vida do país. Do plano econômico que nasce de uma operação secreta para driblar o FMI à articulação internacional que cria uma blindagem política em torno da equipe de Fernando Henrique Cardoso”.
Na última década do século o capitalismo deu um salto na tecnologia. Chegou ao cume da montanha. Ao mesmo tempo correu o risco de cair no precipício. Isto envolvia o mundo inteiro, inclusive o Brasil. Para completar, na oportunidade, um presidente do Brasil tinha caído. A situação era dificílima. O país navegava na hiperinflação e caia num cenário político de terra arrasada. Um grupo ocupou o vácuo e pôde fazer praticamente tudo, tomando as rédeas do país até a virada do século. E vieram grandes transformações. Para que tudo acontecesse, no entanto, houve muita peripécia nos bastidores.
Isto gerou aplausos e revolta nos litigantes, em face das controvérsias. Na mídia, que tem a finalidade de decifrar o poder às partes, o significado do que estava acontecendo dividia as cabeças. O Brasil estava vivendo grandes transformações.
O livro mostra em detalhes as alternâncias dessa refrega. Extraiu de cerca de 100 horas de gravações a essência de tudo o que aconteceu. O autor costura essas visões e mostra a observação de outros jornalistas que acompanharam os acontecimentos. É o retrato de um fim de século denso, particularmente para o Brasil.
Guilherme Fiuza construiu uma valiosa obra para os brasileiros e mostrou a importância do grupo que lutou pelo bem do Brasil no citado interregno.
Abel de Oliveira Magalhães
Maceió, 25/03/2018.

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