Informativo ACALA

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ACALA nº 16 – Junho de 2017
(Através do Dr. Judá Fernandes de Lima recebi, com prazer, o Informativo da Acala, nº 16, a quem agradeço pela permanente atenção que me dispensa. Ao término da leitura eu fiz o pequeno registro que segue).
A ACALA (Academia Arapiraquense de Letras e Artes) fez, no dia 14 de junho de 2017, trinta anos de fundada. Ao longo do período, sofreu altos e baixos, passando por longa fase de inércia. Em junho de 2001, o fundador, Dr. Judá, refez a documentação da entidade e criou o Informativo Acala. Em junho de 2003, o comando passou para o membro Cláudio Olímpio dos Santos, que responde pelos seus destinos até a presente data.
O conteúdo do Informativo está lastreado em artigos escritos por alguns de seus membros, cuja essência passamos a registrar de acordo com o nosso ponto de vista.
O editorial destaca o interregno entre a fundação da entidade e os tempos atuais. Mostra a síntese das dificuldades enfrentadas e o seu triunfo por sobreviver diante de tanta aridez encontrada durante o longo caminho. A grande mensagem é a conscientização de que a semente foi lançada em terreno fértil e por isto triunfou.
Incursionamos os textos publicados. Inez Amorim ensina o aprendizado de ser feliz.
Cláudio Olímpio fala sobre as valiosas joias arapiraquenses, demonstrando o seu sentimento de tristeza ante a postura dos que não sabem valorizar as coisas ao seu redor, principalmente as que pertencem à terra em que vivem. E cita Dalai Lama: “Abra seus braços para as mudanças, mas não abra mão de seus valores”. Faz referência aos grandes arapiraquenses que se dedicaram ao progresso da cidade. Ele é o responsável também pelo editorial e o texto em homenagem ao Sr. Antônio Carlos Conceição (membro in memoriam).
Sobre necessidade, Simone Bastos discorre sobre a importância da dedicação aos exercícios físicos que a pessoa deve ter, sob pena de pagar um preço muito elevado.
Cícero Galdino vivencia a humildade. Diz em seu texto: “Para alguém buscar o caminho do sucesso é preciso se conscientizar de que a simplicidade é um dos atributos eminentes”. Como a própria mensagem destaca, o seu texto é simples e saboroso de se ler. É o retrato de sua simplicidade. Muito bom.
“Lied: Schubert, Schumman e Brahms” é a grande revelação do gosto do articulista Marcus Mausan, surpreendente revelação na abordagem de um tema tão especial e erudito. Eu não conhecia o termo e o significado da palavra “Lied”. No seu artigo, fiquei sabendo – Canção. Como gosto muito da temática, adorei o seu texto e enriqueci mais ainda os meus conhecimentos. Confesso que fiquei com vontade de degustar uma boa taça de vinho ao som de um piano. Parabéns!
No texto do Dionísio Barbosa gostei da abordagem sobre trote de telefone. Trata-se de uma boa mensagem sobre a atitude criminosa de quem pratica esse tipo de ação. Gostei bastante.
Sandro Lins, inspirado na Mulher Maravilha e o seu laço da verdade, sugere o uso do citado laço na Operação Lava Jato. Diz que, com ele não precisaria de delação premiada. Era só enroscar no político e ele confessaria tudo. Discorre sobre o assunto e dá a sua contribuição ao leitor. Incursiona também no cinema e cita alguns exemplos. É o caso do filme “Coronel Alagoas, o primeiro eleitor”, a história de um rapaz que recebeu o soro do “superdeputado” e virou “supersenador”. Segue revelando a sua inspiração, fazendo referência a personagens como Fernanda Gentil e Daniela Mercury, além de Gretchen e Fábio Júnior e seus gostos pessoais. Interessante o seu texto e cheio de picardia.
“Pesquisa espacial” é o registro feito por Carlisson Borget Galdino, que ironiza ET falando português, e diz: “Como peste um ET fala português?” Adiante menciona o Peixe babel, fazendo referência à confusão da tecnologia na sala de aula. E finaliza mencionando o Natal em comunhão com Jesus. Por fim, apresenta uma poesia com foco na floresta e os bichos.
Antônio Machado registra a “História da Acala nos seus 30 Anos”. Inspirado em Cora Coralina, ele reproduz: “O saber a gente aprende com os mestres e os livros. A sabedoria se aprende com a vida e com os humildes”. Com esses versos ele homenageia todos os membros da Acala – os vivos e os mortos – os quais fizeram a sua história nesses trinta anos de existência.
ΩΩΩ
Quero me irmanar com todos os que fazem a ACALA e parabeniza-la pelos seus trinta anos de existência e os bons serviços prestados à região do Agreste alagoano.
Atenciosamente, Abel de Oliveira Magalhães.

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1 COMENTÁRIO

  1. Grata surpresa Abel. Certamente um desafio resenhar tanta diversidade de escritores e seus temas variados mas você se saiu muito bem
    Abraco

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