2017 – 8º livro – A cabana

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A cabana
William P. Young
“Durante uma viagem de fim de semana, a filha mais nova de Mack Allen Phillips é raptada e evidências de que ela foi brutalmente assassinada são encontradas numa velha cabana.

Após quatro anos vivendo numa tristeza profunda causada pela culpa e pela saudade da menina, Mack recebe um estranho bilhete, aparentemente escrito por Deus, convidando-o a voltar à cabana onde acontecera a tragédia.

Apesar de desconfiado, ele vai ao local numa tarde de inverno e adentra passo a passo o cenário de seu mais terrível pesadelo. Mas o que ele encontra lá muda o seu destino para sempre.

Em um mundo cruel e injusto, A cabana levanta um questionamento atemporal: se Deus é tão poderoso, por que não faz nada para amenizar nosso sofrimento?

As respostas que Mack encontra vão surpreender você e podem transformar sua vida de maneira tão profunda quanto transformaram a dele. Você vai querer partilhar este livro com todas as pessoas que ama” – Opinião da editora.
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Na verdade, trata-se de uma história de cunho ficcional, onde o autor tenta mostrar a sua compreensão em relação a Deus. Como se trata de um ser humano que está escrevendo a obra é impossível não demonstrar as suas limitações na tentativa de desenvolver o assunto com interpretação convincente em sua plenitude. Diante disto, fica a cargo do leitor tirar as suas conclusões. Há os que certamente vão dar vazão ao seu pensamento religioso e os que pensam de modo diferente, buscando algo que realmente faça a ligação em torno dos aspectos mostrados.
É muito forte o tema central da obra quando faz referência à perda brutal da filha mais nova durante uma viagem de fim de semana. Antes, porém, destaca a falta de maturidade do pai no que tange ao seu estilo de vida um tanto grosseiro em relação à esposa e aos filhos. A perda da filha faz com que ele parta em busca de conforto e solução para o sofrimento que lhe advém do caso funesto. Na trajetória em busca do objetivo depara-se com os ensinamentos divinos, onde se materializam as três divindades oriundas da religião – a chamada Santíssima Trindade. Aí se revela mais uma materialização estranha: Deus em forma de uma mulher negra, que é tratada no gênero masculino, e as outras divindades – um homem e uma mulher jovens. Os diálogos se sucedem e a obra se desenrola nesse diapasão misterioso. Veja a citação a seguir:
“Então é você que determina o que é bom e o que é ruim. Você se torna o juiz. E, para tornar as coisas ainda mais confusas, aquilo que você determina que é bom acaba mudando com o tempo e as circunstâncias. E, pior ainda, há bilhões de vocês, cada um determinando o que é bom e o que é ruim. Assim, quando o seu bom e o seu ruim se chocam com os do vizinho, seguem-se brigas, discussões” (from “A Cabana” by William P. Young).
Por fim, não poderia deixar de registrar a beleza registrada no filme com suas cores belas e os cenários mais bonitos do mundo. Vale a pena ver os dois – o filme e o livro. E tirar as suas conclusões.
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“Esta história deve ser lida como se fosse uma oração – a melhor forma de oração, cheia de ternura, amor, transparência e surpresas. Se você tiver que escolher apenas um livro de ficção para ler este ano, leia A cabana.” – Mike Morrell

167 SEMANAS NA LISTA DE MAIS VENDIDOS DA VEJA

150 SEMANAS NA LISTA DE MAIS VENDIDOS DO THE NEW YORK TIMES

Esta edição especial inclui um texto inédito do autor, relembrando os 10 anos de sucesso que marcaram a trajetória do livro e contando detalhes da gravação do filme. Além disso, traz um caderno de fotos com cenas da adaptação desta emocionante história para as telas do cinema.
Maceió, 05 de maio de 2017.
Abel de Oliveira Magalhães.

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1 COMENTÁRIO

  1. Oi Abel,
    Mesmo sendo aparentemente uma autoajuda devo ver o filme pra poder emitir comentário mais apurado…
    devo voltar ao tema
    Abraço e parabéns , mais pra coleção de leitura, vc esta imbatível….
    Fernando

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