2016 – 25º livro – Sergio Moro

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Sergio Moro
Joice Hasselmann
“Afinal, quem é Sérgio Moro? Teria ele motivações para agir com justiça diante de políticos? Como ele consegue manter a serenidade diante dos ataques sofridos? Ele pensou em desistir? Como será o Brasil depois de sua atuação? Será que ele pretende limpar toda a corrupção do Brasil”?
Trata-se de um livro que se lê de um fôlego. A autora, que é jornalista, e muito dinâmica, mantém um ritmo interessante que faz com que o leitor avance com facilidade o conteúdo da obra. Como Sergio Moro, ela é também paranaense e parece se confundir com os gostos e disposição do personagem em enfrentar, cada um a seu modo, os desafios da vida profissional.
Ao longo da obra ela mostra desserviços prestados por inúmeros jornalistas e políticos contemporâneos no Brasil. Cita, por exemplo, Paulo Henrique Amorim, que teria escrito cerca de 86 artigos com ofensas diretamente a Sergio Moro e em desrespeito a Leis.
Joice mostra como Moro foi duramente criticado por sites e jornalistas a serviço do PT. Diz que Mino Carta trata-o como agente a serviço do fascismo.
A mãe de Sergio Moro é uma fã incondicional do filho. Sobre ele diz que não gerou um juiz e sim um homem honesto, que quer fazer justiça a todos. Muito religiosa, presta serviços a comunidades carentes e que o seu coração doce de mãe está presente no filho.
Com a esposa ele tem excelente relacionamento e são muito família. Ela tem uma página no Facebook para agradecer as expressões de carinho recebidas do publico admirador. Uma corrente de orações é feita para blindar a todos que dela fazem parte. Driblam com serenidade o reconhecimento que vem do público e as críticas dos adversários. Ele é estudioso vorás e conduz os processos da Lava Jato com a mesma serenidade e determinação que conduz a sua carreira profissional. “De Maringá a Nova York, Moro se transformou num fenômeno a ser estudado nos próximos anos”, segundo a autora. Por causa das suas virtudes, foi um dos cem mais notáveis da revista Time.
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“O livro Sérgio Moro é um mergulho no caso conhecido como o maior escândalo da Bandnews FM Curitiba. Na terra de Sérgio Moro, Joice comandou o SBT Paraná, foi correspondente de O Globo e, antes de deixar o estado foi âncora e colunista da Ric TV Record. Em São Paulo, criou a TVeja, a primeira TV do Brasil com grade fixa na internet, com diferentes quadros de cobertura e comentários políticos”.

“Joice conquistou, logo nos primeiros anos de carreira, mais de dez prêmios, incluindo o Prêmio Mulher Empreendedora de Curitiba 2010 e o Prêmio Parceiros da Paz e Sustentabilidade, honraria da ONU concedida por uma série de reportagens e ações em prol da sustentabilidade e boa aplicação das verbas públicas na área.
Experiente com entrevistas, análise e opinião em política, Joice Hasselmann cobriu momentos importantes das eleições e do cotidiano político regional e nacional dos governos brasileiros”.
Maceió, 19 de dezembro de 2016.
Abel de Oliveira Magalhães.

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1 COMENTÁRIO

  1. Oi Abel,
    Não por acaso, hoje é 25 de dezembro, pelo contrário, mas uma bela coincidência, eis que me deparo com seu 25livro lido neste abençoado 2016, o ano pra ser varrido da história do país. Sua performance de leitura me orgulha e me dá inveja. Afinal, não li a metade disso.
    Sobre a obra da Joice e sua visão do Sergio Moro, admira-me a paixão dela pelo juiz mais admirado do país. Talvez por serem conterrâneos, enxergo um olhar pretensiosamente deslocado da isenção, há um certo endeusamento que não me agrada, mesmo considerando todo o merecimento do personagem em foco.
    Eventualmente poderei mudar de opinião, visto que, ainda estou nos primeiros 30% do livro. A se comprovar. Voltarei a esse tema ao final da leitura.
    Isso posto, sua sinopse está agradavelmente bem escrita, como sempre e pra não ficar fora do padrão você convida o leitor a ler a referida obra.
    Abraço, um belo natal e boas festas de fim ano junto aos seus.
    Fernando

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