Diário de viagem – São Luiz e Lençóis Maranhenses.

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Diário da viagem – São Luiz e Lençóis Maranhenses.
15.10.09 – Viagem de Belém para São Luiz. Partida: 09:00h. Duração: 50 min. Viagem normal. Hospedagem no bom Hotel Sands. Como não tínhamos condições de fazer um city-tour, fomos conhecer o Centro Histórico. Lá, uma simpática funcionária de turismo, deu-nos as coordenadas. Orientou que subíssemos um enorme lance de escadas e lá em cima estava a praça D. Pedro II. Visitamos a Igreja da Sé (Catedral) e a Igreja do Carmo, construída em 1612 e sagração à igreja em 1904; obra dos frades Capuchinhos. No Largo do Carmo, um busto em homenagem ao poeta maranhense João Francisco Lisboa.

16.10.09 – Viagem para Lençóis Maranhenses. Às 04:30h da manhã, pegamos o receptivo para seguir viagem em direção ao destino traçado. Estrada regular, com excesso de quebra-molas ao longo do caminho, prevenindo eventuais acidentes para os moradores da extensão. Parada técnica para um café rápido de 15 min em Morros, às 07:15h. O destino era Barreirinhas, a 260 km de São Luis. Lençóis ficava a mais 8 km da pequena cidade, de 55 mil habitantes; (40% na zona rural). Para seguir viagem precisávamos pegar o gipão Toyota 4×4, atravessar o Rio Preguiça e enfrentar trilhas estreitas e tortuosas, de muita areia, exigindo habilidade do piloto. Emoção pura e muita adrenalina. A vegetação era muito densa e batia nas ferragens do veículo, fazendo um barulho característico da aventura.

As dunas – Depois de rodarmos entre 8 a 10 km nas trilhas, o espetáculo maravilhoso se descortina ante os olhos dos turistas cheios de curiosidade. Vento forte soprando areia fina e formando as dunas. Vegetação típica do sertão. No meio das dunas, inúmeras lagoas com cores de esmeralda, a pedra preciosa. A água fresquinha e doce (as lagoas são formadas das chuvas). Sol a pino e uma brisa irrepreensível. O sobe e desce das dunas representava um teste de resistência física para o coração e membros dos turistas. Devido à prática da academia semanal, nós nos saímos muito bem no teste.

Caju selvagem – Na volta, o Toyota 4X4 parou diante de cajueiros selvagens carregados de frutos vermelho e amarelo. Colhemos o produto em abundância e os desfrutamos com o precioso aperitivo da cachaça local chamada Tiquira. Em Barreirinhas, almoçamos no restaurante Terraço do Preguiça (Rio). O prato foi Caldeirada de Camarão, sem casca, uma excelente opção à base de cerveja e cachaça com caju. O grupo que fizemos amizade foi constituído do Raimundo Alípio/Elza e filhos (Brasília); Benivaldo (Maragogip-BA).

Retorno a São Luis – O receptivo demorou a chegar ao ponto. Fomos sair de Barreirinhas às 17:15h, chegando em São Luis às 22:00h. Tomamos banho e às 00:40h, saímos do hotel para o aeroporto, onde pegamos o vôo 3351 direto para São Paulo. Três horas e dez minutos depois estávamos no destino; daí para Salvador pelo vôo 3896, às 8:30h e de Salvador para Maceió às 14:30h pelo vôo 3192, chegando a Maceió precisamente às 15:10h. No destino, Magno estava nos esperando com a família. Abraços e beijos de felicidade, seguimos para casa onde fomos completar a felicidade, bebendo uma cervejinha supergelada e um bate-papo na varanda do apto. MELHOR NÃO PODERIA SER.

Abel de Oliveira Magalhães

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